Arquivo da tag: saudade

Figuras de linguagem

Fêmea dócil. Pacata ser humana. Calma, fácil. Tranquilo grito profano. Desde as abas que sobrepujam os andares mais acima até as fases que sobrecarregam os andares de baixo. Sangue. Esse berro desumano, incontrolável apetite de intranquilidade. Esse termo ensandecido, asonado … Continue lendo

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O farol e eu

O farol, ao alto do mar, é uma ilha sob as nuvens carregadas que virão. Padece a tarde, chega a noite e a escuridão insiste no preto, enquanto apenas uma sóbria luz pisca para alertar a vida. O farol não … Continue lendo

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Meu olhar de saudade

É esse o perfume que me toca. Esse que acabei de sentir e que ainda sinto, mesmo que tenha sido semanas atrás. O cheiro que me proporciona coisas inimagináveis e que aguça a minha saudade a níveis estratosféricos. Meu ânimo … Continue lendo

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Ao alcance das mãos

Vem que eu te alcanço. Não tem medo não, pode confiar em mim. Estende essa mão que a minha alma já está contigo. Sagrados são esses centímetros que nos separam. São sagrados porque determinam até onde vai a vontade e … Continue lendo

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Eu vou, eu vou… pra lá agora eu vou!

Meus pés sujos, tanto quanto as minhas mãos, andam pelo asfalto, ora frio e ora quente, procurando algo que eu já sei que estará lá. O que dá a direção são as tão tracejadas linhas que perfazem o caminho da … Continue lendo

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Realidade?

O carro na estrada naquela tarde era apenas o prenuncio de algo maior. Um certo silêncio e desconfiança permeava o ar, só decorado pelo som baixo e bucólico que ecoava nas caixas de som. As duas pessoas dentro do carro … Continue lendo

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Palavras que não dizem "ni".

Quanto sonho e quanta fala nessa tarde livre de fantasia. Quanta graça e quanto mistério depois da esquina de cada rua. Também precisa a lágrima achar um chão da mesma forma que a distância sempre encontra a solidão. Sufoca a … Continue lendo

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Os olhos também envelhecem

Não vou contar aqui que viajei durante um mês por 8 países. Que falei e mal entendi 5 línguas diferentes e que conheci gente do mundo inteiro. Também não vou contar os apuros que passei e as coisas que, indiferentemente … Continue lendo

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Arquivado em Autobiografia, Introspecção

Um amigo!

Em um quarto de roupas verdes claras repousou meu último contato físico. Não transpareceu a morte ou sequer se ouviu um lamento. Esperança o cercava de todos os lados e jamais nos abandonou. Desde a sua última fala, que sussurrou … Continue lendo

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Arquivado em Licença poética, Paz