Arquivo da categoria: Paz
O farol e eu
O farol, ao alto do mar, é uma ilha sob as nuvens carregadas que virão. Padece a tarde, chega a noite e a escuridão insiste no preto, enquanto apenas uma sóbria luz pisca para alertar a vida. O farol não … Continue lendo
Arquivado em Introspecção, Paz
Meu chão
Aqui o chão que piso cessa. Cassa a pegada frágil no caminho torto e apertado por onde piso. Meus pés descobrem a linha tênue e simples de coisas que havia esquecido. Param as pernas de andar por onde caminho. Aqui … Continue lendo
Arquivado em Introspecção, Paz
O que é realmente onipresente?
O que são as mãos de Deus ou as mãos divinas? Quais são elas e quem elas suportam de maneira quase insuportável? Quais os caminhos que elas percorrem entre os céus e quais as andanças que permitimos que elas nos … Continue lendo
Eu vou, eu vou… pra lá agora eu vou!
Meus pés sujos, tanto quanto as minhas mãos, andam pelo asfalto, ora frio e ora quente, procurando algo que eu já sei que estará lá. O que dá a direção são as tão tracejadas linhas que perfazem o caminho da … Continue lendo
Arquivado em Introspecção, Paz
My best wishes!
Sempre fui assim, meio esquisito, quieto e impassível diante de certas coisas. Sou assim e aprendi, na maioria das vezes, a me aceitar exatamente do jeito que sou. Ansioso, extremamente agitado, um tanto antagônico e confuso. Mas fazer o quê … Continue lendo
Arquivado em impressões, Infamidades, Paz
Um amigo!
Em um quarto de roupas verdes claras repousou meu último contato físico. Não transpareceu a morte ou sequer se ouviu um lamento. Esperança o cercava de todos os lados e jamais nos abandonou. Desde a sua última fala, que sussurrou … Continue lendo
Arquivado em Licença poética, Paz
Apenas mais um monte de palavras…
Prazer que abala as estruturas, E te manda de volta a infância, Que absorve todo o seu corpo, E imita a arte sem plágio nem perdão. Salienta o modo de viver, Persegue a cria de forma inusitada, Chora a respeito … Continue lendo
Arquivado em Autobiografia, Paz, Pecados, Prazeres





